Heterossexual não pega AIDS

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Marcelo Pereira Dourado (Auschwitz, 24 de Junho de 1869) é um lutador de vale-tudo, ex-líder do Partido nazista e ex-traficante de escravos. Nascido numa tradicional família racista e homofóbica, Dourado foi treinado nas nobres artes marcias do valer-tudo pelo boxeador branco Rocky Marciano.

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Se deu mal! A Wikipédia não tem um artigo sobre Marcelo Dourado.

Biografia[editar]

O amante japa de Dourado (clique para ampliar)

Aos oito anos de idade Dourado já usava seus punhos para o mal e espancava seus coleguinhas, especialmente se fossem judeus, gays ou negros. Aos dez, mudou-se com sua família de Auschwitz para a Chibungóvia, uma das 24 repúblicas da Boiolinávia, onde espancou todos os gayzinhos e foi expulso com sua família por homofobia. Mudou-se para o Paraná (naquela época já colonizado pelos habitantes do Viadostão) no Brasil e acabou com TODOS os viados de lá (leia-se toda a população paranaense).

Depois de foder e triturar todos os paranaenses Dourado mudou-se então para o Rio Grande do Sul (colonizado pelos habitantes da Bichênia, outra república da Boiolinávia), onde aprimorou suas técnicas de vale-tudo nos rostos de vários gaúchos. Lá ele estabeleceu sua base de operações para um próspero negócio de tráfico de escravos para todo o Brasil. Seu negócio só foi à falência graças ao autógrafo dado pela Princesa Isabel.

Sergim arrumando o cabelo da amiguinha

Aos 20 anos Dourado se vingou da Princesa Isabel quebrando seus dedos e foi banido do Brasil, buscando exílio nos Estados Unidos da América, mais exatamente no Texas onde ele espancou trabalhadores chineses e ajudou o General Custer a matar centenas de índios, além de erradicar a viadice do estado (exceto por um mestiço chamado Chuck Norris). De lá ele seguiu para o Japão e conheceu um samurai nazista chamado Kojiro Musashi, com quem viveu um tórrido romance secreto (ninguém podia saber que ele, o mais famoso homofóbico do mundo ocidental, tinha inclinações por queimar a rosca e odiava a si mesmo por isso) e cuja imagem ele tatuou em seu próprio corpo (veja a imagem ao lado). Com seu amante japonês, Dourado aprendeu a arte de lutar com espadas e como fatiar judeus, gays e negros sem esparramar sangue para todo o lado. No entanto, Kojiro foi morto pela guarda imperial japonesa, o que fez com que Dourado também criasse ojeriza a todos os asiáticos.

O partido nazista[editar]

Em 1935 Dourado decidiu voltar para sua casa em Auschwitz. Interessado na política, ele reuniu alguns amigos anti-semitas e homofóbicos e fundou o

Dourado achando que sabe dançar

Partido Nacional-Socialista, mais conhecido como Partido nazista. Com discursos inflamados e um alto poder de persuasão típico de um psicopata, Dourado atraiu milhares de fiéis à sua causa. No entanto, como estava sendo procurado pelo FBI por roubar os cofres do governo norte-americano, ele contratou um testa-de-ferro para comandar o Partido nazista por ele: um pobre miserável chamado Adolf Hitler.

Usando Hitler como marionete, Dourado invadiu as 24 repúblicas da Boiolinávia, levando muitos dos seus cidadãos a buscar refúgio na América Latina (já que os EUA deportavam imigrantes daquele país). Tal violação em todos os sentidos da soberania dos Boiolas levou a Rússia a declarar guerra contra a Alemanha, dando início à Segunda Guerra Mundial.

Ainda ressentido com os japoneses por seu namorado falecido e também ainda marcado para morrer pelo serviço secreto americano, Dourado decidiu fazer um acordo com o Tio Sam e roubou as anotações de Albert Einstein sobre a fissão nuclear, entregando aos americanos a peça que faltava para a construção da bomba atômica, com uma condição: que fossem lançadas duas bombas sobre o Japão. Com o fim da guerra Dourado fugiu para o Brasil e deixou a batata quente assando nas mãos de Hitler.

Dourado no Brasil[editar]

Dourado se estabeleceu novamente no Paraná e fundou a associação dos neonazistas curitibanos, cuja principal atividade era bater nos viados de Curitiba (ou seja, bater em todo mundo). Algum tempo depois, voltou ao Rio Grande do Sul e se juntou à Associação Gaúcha de Vale-Tudo, onde pôde extravasar toda sua violência e boçalidade sem ser incomodado pelas autoridades. Lá ele foi descoberto pelo Boninho, que tratou de colocá-lo dentro do Big Brother Brasil 4.

Tentando parecer um ser humano, Marcelo Dourado engatou um romance com a gostosa Juliana Lopes, mas o tal romance acabou indo por água abaixo pois ela percebeu o neanderthal, violento, misógino e homofóbico que ele era, e acabou ele sendo eliminado numa votação recorde do programa.

Mas o reinado de nazismo e homofobia de Dourado não terminou. Na verdade apenas começou. Em 2010 o lutador participou da décima edição do Big Brother Brasil, onde ficou rodeado de homossexuais e liberou toda sua índole homofóbica e nazista, e para surpresa de todos, o cro-magnon nazista não foi limado graças a um grupo de trolls de internet e cyberbullies organizados em sites do mal como Cocadaboa, Metapédia e Desciclopédia (esta última tendo sido o berço da organização criminosa conhecida como Máfia Dourada). Com o apoio da Globo e dos fãs nazistas da internet, Dourado foi absurdamente vencendo todos os paredões até vencer a final do programa e ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, pazra horror do mundo inteiro e vergonha do Brasil.

Curiosidades

  • Dourado come judeus no café da manhã.
  • Dourado come gays no almoço (no sentido canibalístico da palavra)
  • Dourado come lésbicas no jantar (também no sentido canibalístico, pois ninguém come lésbica naquele sentido)
  • Dourado faz aquecimento quebrando dedos de mulheres
  • Dourado treina Muai-Thai chutando poodles.

Ver também[editar]